O Brasil, democrático e justo, espera por você Por Hiran de Melo No dia 15 de novembro, o vento vira uma página profunda da nossa história, lembrando que a República nasceu de um sopro de coragem — daqueles que exigem ousadia para existir. Deodoro e tantos outros maçons acenderam, no coração de um país que ainda tateava sua aurora, os primeiros lampiões da igualdade. Em seus gestos havia mais que política: havia o desejo visceral de ver o Brasil erguer a cabeça, romper correntes antigas e assumir sua própria voz. Décadas depois, Cazuza transformou essa mesma vontade em música, clamando: “Brasil, mostra tua cara” . Em versos que misturam ironia, denúncia e afeto, ele desnudou desigualdades persistentes, apontou para a manipulação que tenta manter o povo calado e questionou quem realmente paga o preço das injustiças. Seu grito artístico se tornou espelho e convite — porque, mesmo indignado, ele não abandonou o país: “Em nenhum instante eu vou te trair.” Hoje, ao celebrarmos...
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